“Não quero usar aquelas frases de diário de colégio e dizer que o que tiver de ser, será. Mas se tem uma coisa que não desejo de jeito algum é que um determinado dia, você demore um pouco e enrole antes de dizer que cansou de tudo, do meu sofá, do meu frango com gengibre, do meu jeito de não ficar satisfeita quando fico satisfeita, da permanência das minhas mudanças e diz que já vai indo, alimentando meu asco por últimos olhares em portas de elevador. Da cozinha eu te vejo sério e minha bronquite já se manifesta contrária à ausência do hálito do seu papo calmo, curioso e um pouco engraçado, então fico pensando no que mais posso te oferecer pra você ficar aí.”
Gabito Nunes.  

“Então, meu amor, estendo minha mão, morrendo de medo igualmente, sem levar nada tão a sério, ignorando toda vã filosofia de explicar sensações. Estou aqui no chão por você. Desci, para mais tarde te acompanhar na subida. Venha preencher e pintar minha vida de caos, de dilatação, equações, sorte e até algumas mágoas. Mas não há que ser agora. Bem sei que jamais guardo um nome, mas, no seu caso, fatalmente, conseguirei abrir uma exceção.”
Gabito Nunes. 

E se não aconteceu, não era o certo pra você.


“Eu sempre me prendo a pessoas que tem a intenção de fugir.”
Gramaticas.  

“Um dia me falaram que se você precisa de algo ou pede conselhos a alguém, no final a única coisa que vão te dizer é “vai dar tudo certo”. Acredita que é assim com todo mundo. Mas você só precisa de alguém que te faça se sentir seguro, confiante disso.”
Fernanda Gomes. 

“Quando te avistei meu coração acelerou, minha respiração ficou ofegante, minhas mãos ficaram trêmulas e nossa, eu mau conseguia sustentar o peso do meu corpo de tanto que minhas pernas ficaram bambas, eu meio que gostava dessa sensação, meio, porque eu gostava inteiramente mesmo era de você.”
Sam, you okay? 

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